Este período não admite ilusões, pois todas, afortunadamente, se mostrarão decepcionantes. Talvez você tenha estranhado o uso da palavra afortunadamente neste caso, mas não deveria ser assim, muito mais você, que depende continuamente de sonhos para se dar bem. Acontece que os sonhos são diferentes das ilusões, pois enquanto os primeiros sempre conduzem à felicidade, os outros resultam em inevitáveis frustrações e decepções. Sonhos e ilusões parecem iguais, mas são bem diferentes.
Fases da Lua (para todos os signos)
Lua Cheia em Capricórnio, 30 de junho às 10h49.
• Período de influência: 28 de junho a 5 de julho.
• Dica: Evoluir é sinônimo de educar a própria alma, para navegar pela vida afora com maior soltura, acrescentando momentos felizes e diminuindo ao máximo os outros, de caráter desagradável. Agora é tempo de evoluir.
Lua quarto minguante em Áries, 7 de julho às 13h53.
• Período de influência: 6 a 11 de julho.
• Dica: Toda forma de amor vale a pena, pois mesmo que haja alguma dor envolvida, pelo menos a alma terá passado pela deliciosa experiência de compartilhar um bom momento, e se enriquecido com isso.
Lua Nova em Câncer, 14 de julho às 9h05.
• Período de influência: 12 a 17 de julho.
• Dica: O mundaréu de sensações em que a alma do mundo está mergulhada não ajuda nem um pouco a manter o foco concentrado nos assuntos importantes. O remédio é exercitar-se ao máximo na sagrada arte da despreocupação.
Lua quarto crescente em Libra, 22 de julho às 3h30.
• Período de influência: 18 a 24 de julho.
• Dica: A busca por uma companhia agradável adquiriu uma urgência nunca antes experimentada, e por isso mesmo é urgente, também, fazer brilhar as gentilezas, mas não por mero desejo de seduzir, e sim como forma de demonstrar respeito.
Lua Cheia em Aquário, 29 de julho às 21h48.
• Período de influência: 25 de julho a 1 de agosto.
• Dica: Aquele desejo de viver em paz e harmonia terá de ser provado através de atitudes práticas, pois todo mundo está mesmo cansado da experimentar discordância entre teoria e prática. Tome a iniciativa e produza você paz nos relacionamentos.
fonte: www.quiroga.net
quinta-feira, 12 de julho de 2007
quarta-feira, 18 de abril de 2007
Kamon
Certa feita, estava conversando com um amigo, quando ele me mandou o trabalho que fez durante seu curso.
No momento, achei tudo muito bonito (e é mesmo! :), mas hoje, percebo que saber sobre uma parte de sua origem é também importante no processo de auto-conhecimento.
http://www.maejima.com.br/historia-dos-emblemas.htm
Não sei se minha família tem um, fiquei curiosa.
:)
No momento, achei tudo muito bonito (e é mesmo! :), mas hoje, percebo que saber sobre uma parte de sua origem é também importante no processo de auto-conhecimento.
http://www.maejima.com.br/historia-dos-emblemas.htm
Não sei se minha família tem um, fiquei curiosa.
:)
quinta-feira, 12 de abril de 2007
sexta-feira, 23 de março de 2007
" Hermínia olhou-me carinhosamnete nos olhos com um sombrio olhar que surgiu de repente. Soberbos e promissores olhos! Lentamente, buscando as palavras uma por uma, e colocando-as uma após outra, disse, em voz tão baixa qu tive de esforça-me para ouvi-la:
- Quero dizer-lhe hoje uma coisa que já sei há muito e que você também sabe, mas que talvez nunca a confessou a si mesmo. Quero dizer-lhe agora o que sei de mim, de você, de nosso destino. Você, Harry, sempre foi um artista e um pensador, um homem cheio de fé e de alegria, sempre no encalço do grande e do eterno, nunca se contentando com o bonito e o mesquinho. Mas quanto mais foi despertado pela vida e conduzido para dentro de si mesmo, tanto maior se tornou a sua ncessidade, tanto mais fundo mergulhou no sofrimento, na timidez, no desespero; mergulhou até o pescoço, e tudo o que no passado conheceu, amou e venerou como belo e santo, toda a sua fé de então nos homens e em nosso elevado destino, nada pôde ajudá-lo, tudo perdeu o valor e se fez em pedaços. Sua fé não encontrou mais ar que respirasse. E a morte por asfixia é uma morte muito dura. Não é verdade, Harry? Não é este o seu destino?
Eu assentia, assentia e assentia.
- Você trazia no íntimo uma imagem da vida, uma fé, uma exigência; estava disposto a feitos, a sofrimentos e sacrifícios, e logo aos poucos notou que o mundo não lhe pedia nenhuma ação, nenhum sacrifício nem algo semelhante; que a vida não é nenhum poema épico, com rasgos de heróis e coisas parecidas, mas um salão burguês, no qual se vive inteiramente feliz com a comida e a bebida, o café e o tricô, o jogo de cartas e a música de rádio. E quem aspira a outra coisa e traz em si o heróico e o belo, a veneração pelos grandes poetas ou a veneração pelos santos, não passa de um louco ou de um Quixote. Pois bem, meu amigo, comigo também foi assim! Eu era uma jovem bem-dotada, com vocação para viver dentro de um elevado padrão, para esperar muito de mim mesma e para realizar grandes feitos. Poderia ter um belo futuro, ser esposa de um rei, a amante de um revolucionário, a irmã de um gênio, a mãe de um mártir. E a vida só me permitiu ser uma cortesã de mediano bom gosto, o que já se vai tornando bastante difícil para mim! Foi isso o que me aconteceu. Fiquei algum tempo desconsolada e procurei com afinco a culpa em mim mesma. A vida, pensava eu, sempre acaba tendo razão, e se a vida se ria dos meus belos sonhos, pensava, era porque meus sonhos tinham sido estúpidos e irracionais. Mas isso não me valeu de nada. Mas como tivesse bons olhos e ouvidos, e, além disso, fosse curiosa, examinei a vida com certa atenção, observei meus vizinhos e conhecidos, mais de cinquenta pessoas e destinos, e percebi então, Harry, que meus sonhosmestavam certos, estavam mil vezes certos, assim como os seus. Mas a vida, a realidade, não tinha razão. O fato de uma mulher de minha classe não ter alternativa senão envelhecer de maneira insensata e pobremente junto a uma máquina de escrever a serviço de um capitalista, ou casar-se com ele por seu dinheiro ou converter-se numa espécie de meretriz, era tão injusto quanto o de um homem como você, solitário, tímido e desesperado, ter de recorrer 'a navalha de barbear. Talvez a miséria em mim fosse mais material e moral, e em você mais espiritual; mas o caminho era o mesmo. Pensa que não pude reconhecer a sua angústia diante do foxtrote, sua repugnância pelos bares e pelos dancings, sua hostilidade para com a música de jazz e tudo o mais? Compreendia e muito bem, como compreendia seu horror pela política, sua tristeza pelo palavreado vão e a conduta irresponsável dos partidos e da imprensa; seu desespero diante da guerra, as passadas e as futuras; pela maneira como hoje se pensa, se lê, se edifica, se compõe música, se celebram as festas e se educa! Você tem razão, Lobo da Estepe, mil vezes razão, e contudo terá de perecer. Vive demasiadamente faminto e cheio de desejos para um mundo tão singelo, tão cômodo, que se contenta com tão pouco; para o mundo de hoje em dia, que lhe cospe em cima, você tem uma dimensão a mais. Quem quiser hoje viver e satisfazer-se com sua vida, não pode ser uma pessoa assim como você e eu. Quem quiser música em vez de balbúrdia, alegria em vez de prazer, alma em vez de dinheiro, verdadeiro trabalho em vez de exploração, verdadeira paixão em vez de jogo, não encontrará guarida neste belo mundo...
Olhou para baixo meditando."
(O Lobo da Estepe - Hermann Hesse)
- Quero dizer-lhe hoje uma coisa que já sei há muito e que você também sabe, mas que talvez nunca a confessou a si mesmo. Quero dizer-lhe agora o que sei de mim, de você, de nosso destino. Você, Harry, sempre foi um artista e um pensador, um homem cheio de fé e de alegria, sempre no encalço do grande e do eterno, nunca se contentando com o bonito e o mesquinho. Mas quanto mais foi despertado pela vida e conduzido para dentro de si mesmo, tanto maior se tornou a sua ncessidade, tanto mais fundo mergulhou no sofrimento, na timidez, no desespero; mergulhou até o pescoço, e tudo o que no passado conheceu, amou e venerou como belo e santo, toda a sua fé de então nos homens e em nosso elevado destino, nada pôde ajudá-lo, tudo perdeu o valor e se fez em pedaços. Sua fé não encontrou mais ar que respirasse. E a morte por asfixia é uma morte muito dura. Não é verdade, Harry? Não é este o seu destino?
Eu assentia, assentia e assentia.
- Você trazia no íntimo uma imagem da vida, uma fé, uma exigência; estava disposto a feitos, a sofrimentos e sacrifícios, e logo aos poucos notou que o mundo não lhe pedia nenhuma ação, nenhum sacrifício nem algo semelhante; que a vida não é nenhum poema épico, com rasgos de heróis e coisas parecidas, mas um salão burguês, no qual se vive inteiramente feliz com a comida e a bebida, o café e o tricô, o jogo de cartas e a música de rádio. E quem aspira a outra coisa e traz em si o heróico e o belo, a veneração pelos grandes poetas ou a veneração pelos santos, não passa de um louco ou de um Quixote. Pois bem, meu amigo, comigo também foi assim! Eu era uma jovem bem-dotada, com vocação para viver dentro de um elevado padrão, para esperar muito de mim mesma e para realizar grandes feitos. Poderia ter um belo futuro, ser esposa de um rei, a amante de um revolucionário, a irmã de um gênio, a mãe de um mártir. E a vida só me permitiu ser uma cortesã de mediano bom gosto, o que já se vai tornando bastante difícil para mim! Foi isso o que me aconteceu. Fiquei algum tempo desconsolada e procurei com afinco a culpa em mim mesma. A vida, pensava eu, sempre acaba tendo razão, e se a vida se ria dos meus belos sonhos, pensava, era porque meus sonhos tinham sido estúpidos e irracionais. Mas isso não me valeu de nada. Mas como tivesse bons olhos e ouvidos, e, além disso, fosse curiosa, examinei a vida com certa atenção, observei meus vizinhos e conhecidos, mais de cinquenta pessoas e destinos, e percebi então, Harry, que meus sonhosmestavam certos, estavam mil vezes certos, assim como os seus. Mas a vida, a realidade, não tinha razão. O fato de uma mulher de minha classe não ter alternativa senão envelhecer de maneira insensata e pobremente junto a uma máquina de escrever a serviço de um capitalista, ou casar-se com ele por seu dinheiro ou converter-se numa espécie de meretriz, era tão injusto quanto o de um homem como você, solitário, tímido e desesperado, ter de recorrer 'a navalha de barbear. Talvez a miséria em mim fosse mais material e moral, e em você mais espiritual; mas o caminho era o mesmo. Pensa que não pude reconhecer a sua angústia diante do foxtrote, sua repugnância pelos bares e pelos dancings, sua hostilidade para com a música de jazz e tudo o mais? Compreendia e muito bem, como compreendia seu horror pela política, sua tristeza pelo palavreado vão e a conduta irresponsável dos partidos e da imprensa; seu desespero diante da guerra, as passadas e as futuras; pela maneira como hoje se pensa, se lê, se edifica, se compõe música, se celebram as festas e se educa! Você tem razão, Lobo da Estepe, mil vezes razão, e contudo terá de perecer. Vive demasiadamente faminto e cheio de desejos para um mundo tão singelo, tão cômodo, que se contenta com tão pouco; para o mundo de hoje em dia, que lhe cospe em cima, você tem uma dimensão a mais. Quem quiser hoje viver e satisfazer-se com sua vida, não pode ser uma pessoa assim como você e eu. Quem quiser música em vez de balbúrdia, alegria em vez de prazer, alma em vez de dinheiro, verdadeiro trabalho em vez de exploração, verdadeira paixão em vez de jogo, não encontrará guarida neste belo mundo...
Olhou para baixo meditando."
(O Lobo da Estepe - Hermann Hesse)
quinta-feira, 22 de março de 2007
Um viva aos japinhas!

Fazendo uma singela homenagem aos japinhas que compareceram a linda Aurora! :)
Foto: Carol Paternostro
Em: http://picasaweb.google.com.br/soononmoon
:D
terça-feira, 6 de março de 2007
Boa notícia!
05/03/2007
Curso de Língua Japonesa - Núcleo de Estudos Japoneses (NEJ) abre inscrições para nova turma do curso de Língua Japonesa – matrículas até 23/março, na Proex
Interessados na cultura japonesa podem se inscrever, até o dia 23 de março, no Curso de Língua Japonesa promovido pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Coordenado pelo Núcleo de Estudos Japoneses (NEJ), o curso oferece em seu programa práticas de conversação e normas gramaticais, além das regras básicas da escrita japonesa.
As vagas disponíveis são para as turmas de nível Iniciante e Básico. As aulas começam no final deste mês e acontecem sempre às segundas e quartas-feiras, das 18h às 19h30, para a turma iniciante, e das 16h as 18h, para o nível básico.
O investimento para o curso semestral é de R$200, podendo ser dividido em duas vezes no cheque. As inscrições devem ser efetuadas na sede do NEJ, localizada na Pró-Reitoria de Extensão (Proex), na Avenida Jorge Amado, Boca do Rio, s/n. O atendimento ocorre diariamente das 8h as 12h e das 14h as 17h.
O NEJ funciona há 12 anos, oferecendo, além dos cursos de idioma, cursos de origami, bonsai e arranjos florais. Segundo a coordenadora, Midore Inomata, o objetivo do núcleo é divulgar e valorizar ações culturais sobre o Japão na Bahia.
Informações: Nej - tels.: (71) 9141-8296 e 3371-0107, ramal 210.
http://www.uneb.br/exibe_noticia.jsp?pubid=1585
Como diz minha querida amiga Lety: "Agora, eu faço cursos!"
:)
Curso de Língua Japonesa - Núcleo de Estudos Japoneses (NEJ) abre inscrições para nova turma do curso de Língua Japonesa – matrículas até 23/março, na Proex
Interessados na cultura japonesa podem se inscrever, até o dia 23 de março, no Curso de Língua Japonesa promovido pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Coordenado pelo Núcleo de Estudos Japoneses (NEJ), o curso oferece em seu programa práticas de conversação e normas gramaticais, além das regras básicas da escrita japonesa.
As vagas disponíveis são para as turmas de nível Iniciante e Básico. As aulas começam no final deste mês e acontecem sempre às segundas e quartas-feiras, das 18h às 19h30, para a turma iniciante, e das 16h as 18h, para o nível básico.
O investimento para o curso semestral é de R$200, podendo ser dividido em duas vezes no cheque. As inscrições devem ser efetuadas na sede do NEJ, localizada na Pró-Reitoria de Extensão (Proex), na Avenida Jorge Amado, Boca do Rio, s/n. O atendimento ocorre diariamente das 8h as 12h e das 14h as 17h.
O NEJ funciona há 12 anos, oferecendo, além dos cursos de idioma, cursos de origami, bonsai e arranjos florais. Segundo a coordenadora, Midore Inomata, o objetivo do núcleo é divulgar e valorizar ações culturais sobre o Japão na Bahia.
Informações: Nej - tels.: (71) 9141-8296 e 3371-0107, ramal 210.
http://www.uneb.br/exibe_noticia.jsp?pubid=1585
Como diz minha querida amiga Lety: "Agora, eu faço cursos!"
:)
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007
O preguiça boa que só!
O Carnaval já passou... Mas deixou uma preguiça retada!
(o mês passou tão rápido que nem num passe de mágica: plimmmmm!)
:)
(o mês passou tão rápido que nem num passe de mágica: plimmmmm!)
:)
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007
Gracyanne e o seu tchakabum!

Tenho gostado de folhear a Playboy. O conteúdo é até bem escrito se comparado as revistas destinadas ao público feminino. Gosto das entrevistas, da seção de piadas, da indicação de livros e hqs (não gente, eu não compro, leio as do meu consorte! :)
A deste mês, a capa é da dançarina Gracyanne. O ensaio dela tá bonito, porque ela é graciosa. De repente, observando mais atentamente, me deparo com uma pulseira, bem brilhante, e nela escrito: "fuck me." Pronto! A frase já diz pra que veio.
A medida que a gente vai olhando essas revistas, acaba até se acostumando. Acha a mulher bonita e passa batido por um monte de coisa. Esquece que isso é péssimo para as pessoas normais (entenda-se as que trabalham, estudam, criam os filhos, etc). Afinal, quanto tempo essas mulheres gastam malhando? Quanto de silicone colocam nos peitos? Quanto tempo gastam fazendo bronzeamento artificial, tratando da pele, das unhas e do cabelo? Isso sem citar o papel degradante que reduz a mulher á mero objeto sexual.
Tudo bem minha gente, concordo que certa vaidade não faz mal a ninguém, mas deste jeito? Onde tudo é "muito", excessivo. Você tem que ser muito gostosa, muito peituda, muito bonita, muito magra, muito isso, muito aquilo! Muito, muito, muito!!!!!
Resumindo a história, sem me apegar aos outros contextos sociais imbutidos (e de maneira geral, não só me referindo as que posam para estas revistas, mas as que compram esses valores e se cortam inteira): para que diabos você serve? Ser uma gostosa ambulante e ser fu**** somente?
Moska, um personagem de Angeli (presidente do clube dos onanistas, hehehe!) diz que ele é contra essas revistas. Ao ser indagado por Luke, ele responde: - Você já pensou em viver numa sociedade feita de mulheres de plástico?
*Imagem: http://newsbox.msn.com.br/article.aspx?as=article&f=br-olbrent-entretenimento-nofilter&t=3780&id=4761410&d=20070213&do=http://newsbox.msn.com.br&i=http://newsbox.msn.com.br/mediaexportlive&ks=0&mc=0&ml=ma&lc=pt&ae=windows-1252
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007
Kaguya Hime

Há muito, muito tempo, existia um velhinho e uma velhinha, que viviam juntos numa casa no meio da floresta. Eles eram muito pobres e solitários, pois não tinham filhos para criar. O velhinho era conhecido pelo nome de Cortador de Bambus, pois, todos os dias, ele saía cedo para cortar bambus na floresta. Os dois faziam cestas e chapéus para vender e ganhar algum dinheiro.
Um belo dia, enquanto estava na floresta, o velhinho avistou um broto de bambu, que brilhava, com uma luz muito intensa. Ele ficou espantado, pois, em anos e anos de trabalho, nunca havia visto algo como aquilo. Muito curioso, ele cortou o bambu e mal pôde acreditar no que viu. "Uma menina, uma menina! Tão pequena e tão linda só pode ser um presente de Deus!"
Ele levou a pequena menina na palma de uma de suas mãos para casa. Ao ver a menina, a velhinha também ficou muito contente e eles resolveram que o nome dela seria Kaguya Hime (Princesa Radiante).
A partir daquele dia, o velhinho passou a encontrar outros bambus brilhantes na floresta. Mas, ao invés de uma menina, eles continham moedas de ouro. Assim, a vida do casal melhorou e eles não precisavam mais produzir cestos para sobreviver. Eles creditaram o milagre à chegada de sua linda filha.
Kaguya Hime crescia muito rápido e a cada dia parecia mais bonita. Em apenas três meses, ela já tinha o tamanho de uma criança de oito anos. Ninguém poderia acreditar que uma pessoa tão bonita pertencesse a este mundo.
Logo os comentários sobre a beleza da Kaguya Hime se espalharam e vinham jovens de todos os cantos do país para conhecê-la. Todos queriam se casar com Kaguya, mas ela não queria se casar com ninguém. "Quero ficar ao lado de vocês dois", dizia a jovem para seus pais. Mas cinco jovens nobres, de posições importantes, foram mais persistentes. Eles acamparam em frente à casa de Kaguya Hime e pediam uma chance a ela.
Preocupado, o velhinho chamou Kaguya e disse: "Minha filha, eu gostaria muito de ter você sempre por perto, mas acho justo que se case. Escolha um dentre os cinco rapazes que estão acampados aqui". Assim, a linda jovem decidiu. "Eu me casarei com aquele que me trouxer o objeto mágico que pedirei".
Um colar feito com os olhos de um dragão, um vaso feito com pedras dos deuses que nunca se quebra, um manto de pele de animal forrado de ouro, um galho que faz crescer pedras preciosas, um leque que brilha como a luz do sol e uma concha que a andorinha põe junto com seus ovos. Estes foram os objetos que Kaguya Hime pediu.
O velhinho levou os pedidos de Kaguya aos pretendentes acampados. Ele sabia que seria muito difícil conseguirem obter tais objetos. Qual não foi sua surpresa quando, ao final de alguns meses, todos os pretendentes trouxeram os presentes para Kaguya. Mas, quando eles foram obrigados a entregá-los a jovem, todos admitiram que os presentes eram falsos, pois conseguir os verdadeiros era uma missão muito difícil. E assim, nenhum deles obteve êxito.
Quatro primaveras haviam se passado desde que Kaguya fora encontrada no broto de bambu. Mas ela ficava mais triste a cada dia. Noite após noite, Kaguya Hime olhava para a lua, suspirando. Preocupado, o velhinho um dia perguntou: "Por que está tão triste minha filha?". "Eu gostaria de ficar aqui para sempre, mas logo devo retornar", disse a jovem. "Retornar, mas para onde? O seu lugar é aqui conosco, nunca deixaremos você partir", disse o pai aflito." "Este não é o meu reino, eu sou uma princesa de Reino da Lua e, na próxima lua cheia, eles virão me buscar".
Muito assustados com a reveladora confissão de Kaguya Hime, os velhinhos decidiram pedir ajuda ao príncipe do reino onde viviam. O príncipe ajudou e enviou muitos guardas para vigiarem a casa do casal. Um verdadeiro exército foi formado. No dia seguinte, a temida noite de lua cheia chegou. A casa estava tão vigiada que parecia impossível alguém conseguir levar Kaguya Hime. De repente, uma enorme luz surgiu no céu, como se milhares de luas estivessem presentes ao mesmo tempo.
A luz era tão intensa que ninguém conseguiu enxergar a carruagem que descia, guiada por um grande cavalo alado e muitas pessoas bem vestidas. Depois de algum tempo, quando a luz diminuiu, a carruagem já estava voando, em direção à lua. Kaguya Hime não estava mais presente, ela fora junto com a comitiva. Os velhinhos ficaram muito tristes, inconformados. Voltaram ao quarto de Kaguya e encontraram um potinho, presente da filha querida. Ela havia deixado um pó mágico, que garantiria a vida eterna para os dois.
Mas, sem sua filha amada, os velhinhos não queriam viver para sempre. Eles recolheram todos os pertences de Kaguya e levaram para o monte mais alto do Japão. Lá, queimaram tudo, junto com o pó mágico deixado pela jovem. Uma fumacinha branca subiu ao céu naquele dia. A montanha era o Monte Fuji. Dizem que até hoje é possível ver a fumacinha subindo e subindo.
*Lenda retirada do: http://www.bunkyo.org.br/seinen/notas_culturais/nota_cultural.asp?cod=26
*Imagem retirada do: http://groups.msn.com/prettyguardiansailormoonpage/sobrejaponysailormoon2.msnw
Onde as japonesas reinam

"Era uma vez, um lugar chamado Swallowtail e lá, as japonesas reinam!"
Swallowtail fica em Tokyo e a priori é uma casa de chá, onde os mordomos recepcionam as mulheres dizendo: "bom dia, princesa!"Não, eles não estam tentando inflar o ego delas, e sim tratá-las como se elas fossem de fato princesas.
O café foi todo planejado por Yoko Otsuka, o treinamento de um mordomo demora 2 meses e livros de poesia encadernados em couro ficam a vista. Segundo a criadora não existem lugares assim em Tokyo e ela teve que criar usando a imaginação. Existe reserva para entrar e tempo de permanência estipulado em 80 mins. Aparentemente, o local é frequentado por otomes ("donzelas", que seria o feminino de otaku) , que vão vestidas como os personagens de seus animes e mangás preferidos (acredito que as góticas lolitas também fazem parte deste imaginário).
Bom a parte que realmente interessa vem agora: "... O Swallowtail dá as otome a chance de agir segundo suas fantasias - ou seja, ser uma princesa com um serviçal na hora do chá - , mas talvez haja algo mais básico por trás do sucesso. Tóquio é uma cidade dura, e pode ser ainda pior para mulheres. Sob pressão para obedecer ás regras e se casarem - o que frequentemente significa abrir mão de boa parte de sua independência - , elas enfrentam uma batalha diária contra o sexismo que ainda é comum no Japão, onde menos de 10% dos gerentes corporativos são mulheres. O café de mordomos pode significar para as otome o que o bar local é para o velho homem de negócios: um lugar para relaxar das pressões do mundo externo - e onde apenas membros do sexo oposto estão literalmente a seu serviço."*
Lugares como este vem proliferando no Japão. Acho a iniciativa uma maravilha. Mas, obviamente, estes lugares são uma válvula de escape.
Li, certa vez, que aumenta o número de mulheres que preferem ficar "pra titia" (odeio este termo) a terem que se casar.
Vejo fotos "fruits" e percebo que também é uma forma deles se sentirem menos reprimidos pela sociedade.
Por isso, minha imagem escolhida foi a da Princesa Mononoke (de Hayao Miyazaki). Não tem conversa, porrada neles! :)
*Reportagem da revista Istoé de 7 de Fevereiro - N. 1945
terça-feira, 26 de dezembro de 2006
sexta-feira, 8 de dezembro de 2006
Eu, o Lobo da Estepe, vago errante
pelo mundo de neve recoberto;
um corvo sai de uma árvore, adejando,
mas não há corças por aqui, nem lebres!
Vivo ansiando por achar a corça,
ah! se eu desse com uma!
Tê-lá em meus dentes, entre as minhas garras,
nada seria para mim tão belo.
Havia de tratá-la tão cordial,
de cravar-lhe nas ancas os meus dentes,
beber-lhe o sangue até a saciedade
a uivar depois na noite solitário.
Contentava-me mesmo com uma lebre!
Na noite sabe bem a carne flácida.
Por que de mim há de afastar-se tudo
quanto faz esta vida mais alegre?
Em minha cauda o pelô está grisalho
e também já não vejo as coisas nítidas;
há muito que morreu a minha esposa
e vivo a errar sonhando corças,
ansiando lebres,
ouço o vento soprar na noite fria
com neve aplaco o fogo da garganta
e levo para o diabo a minha alma.
Hermann Hesse - O Lobo da Estepe
Em muito se assemelha a uma certa pessoa...
:)
pelo mundo de neve recoberto;
um corvo sai de uma árvore, adejando,
mas não há corças por aqui, nem lebres!
Vivo ansiando por achar a corça,
ah! se eu desse com uma!
Tê-lá em meus dentes, entre as minhas garras,
nada seria para mim tão belo.
Havia de tratá-la tão cordial,
de cravar-lhe nas ancas os meus dentes,
beber-lhe o sangue até a saciedade
a uivar depois na noite solitário.
Contentava-me mesmo com uma lebre!
Na noite sabe bem a carne flácida.
Por que de mim há de afastar-se tudo
quanto faz esta vida mais alegre?
Em minha cauda o pelô está grisalho
e também já não vejo as coisas nítidas;
há muito que morreu a minha esposa
e vivo a errar sonhando corças,
ansiando lebres,
ouço o vento soprar na noite fria
com neve aplaco o fogo da garganta
e levo para o diabo a minha alma.
Hermann Hesse - O Lobo da Estepe
Em muito se assemelha a uma certa pessoa...
:)
quarta-feira, 6 de dezembro de 2006
quarta-feira, 29 de novembro de 2006
:(
Tô cansada, com sono, com muita dor nas costas e com dor de cabeça...
O que mais falta acontecer?
Aumentar ainda mais o meu desgosto, é impossível...
Espero que Murphy não esteja reservando nada pra mim!
O que mais falta acontecer?
Aumentar ainda mais o meu desgosto, é impossível...
Espero que Murphy não esteja reservando nada pra mim!
terça-feira, 28 de novembro de 2006
quinta-feira, 23 de novembro de 2006
quarta-feira, 22 de novembro de 2006
Silvio Santos e o Bambu!
Japinha do Mau:
http://www.youtube.com/watch?v=SKwtHBlkxHw
(se não conseguir visualizar, o velho copia e cola o link tá valendo! :) Ahhhhh, a propósito, acho que preciso repensar "a qualidade" desses meus posts, hehehhhehhehe).
http://www.youtube.com/watch?v=SKwtHBlkxHw
(se não conseguir visualizar, o velho copia e cola o link tá valendo! :) Ahhhhh, a propósito, acho que preciso repensar "a qualidade" desses meus posts, hehehhhehhehe).
terça-feira, 21 de novembro de 2006
Aborígene HighTech
sexta-feira, 17 de novembro de 2006
Crianças fruits!
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